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Fui. Sou. Serei...

Pensamentos do (meu) mundo.

Fui. Sou. Serei...

Pensamentos do (meu) mundo.

19.Ago.18

Quero-te!

Francisco
Agitando-se em suores, lutando contra os lençóis e as mantas de sua cama, numa batalha que se apresentava num impasse, um jovem esforçava-se para adormecer. O céu encontrava-se claro, com o luar atravessando a janela impetuosamente, oferecendo sombras a toda a mobília que no quarto se encontrava. Tal feito que mais ainda repugnou o rapaz, que cobria agora a sua cabeça por debaixo da almofada, isolando o pouco que conseguia do silêncio que o perturbava, assim como da luz. Tanto (...)
15.Ago.18

Como lidar com os sentimentos?

Francisco
Não sei se vieram aqui à procura de resposta, ou se já com a intenção de me massacrar pelo título aludir que eu a tenha. De qualquer forma, nunca realmente escrevi a saber seja o que fosse. Se, em algum texto meu em que requeria conhecimento acerca do assunto, esteja lá apresentado entendimento do mesmo, esse não era meu, mas sim de onde o fui buscar. O que sei eu? Realmente meu, que não aprendi nem que me ensinaram. Despindo o conhecimento, que sei eu? Bem... Saber não sei se (...)
12.Ago.18

Far from being done

Francisco
I'm lost, In this roads i walk; i follow the trail. I notice the tracks, This ain't me walking Is somebody else   The path i've chosen The wind i've felt Was far from being mine   This song i sing, This words i say Are far from being done.   Cause in the end nothing ends, In the start nothing starts, And i still dont know how to write.   Am i still myself, Are this words still mine, Is my life, alive?   What has death have to say To all my mistake Does she laugh? Does she cry?   Who (...)
11.Ago.18

Porque faço o que faço e não o que penso ou o que digo?

Francisco
Porque faço o que faço e não o que penso ou o que digo? O que penso e o que digo são um edifício em construção, O que faço são os andares que vou completando.   Então, para não viver escondendo o processo da construção do mesmo, Apresento-me aos poucos, sendo sempre uma ação passada:  Pois enquanto exponho dois tijolos um sobre o outro, Está a minha mente a pousar já o terceiro, com o quarto em expectativa!
10.Ago.18

Qual o meu propósito?

Francisco
«In the landscape of spring,There's nothing superior or nothing inferior,The flowering branches grow naturally,Some short, some long»   Dedicando-me um pouco a um tema mais específico do texto anterior, (Parte I), continuo a minha linha de pensamento onde a deixei um pouco vaga. Dirigindo-me à origem, (da hierarquia), existe na natureza também o que existe na organização da nossa sociedade. Aliás, a necessidade com que (...)
09.Ago.18

Quem sou?

Francisco
«You cant control your thoughts, and you cant control your feelings, because there isn't one controller; you are your thoughts and your feelings» - Alan Watts   Não é ao acaso o post de hoje. Nunca é realmente ao acaso o tema, a data, ou até mesmo a hora que publico, seja o que for. São quase como diria o Mago Gandalf - A wizard is never late, nor is he early, he arrives precisely when he means to. A frase lá em cima encontrei eu, ouvindo uma palestra (de há muitos anos) de Alan (...)
07.Ago.18

Voar para outro mundo!

Francisco
Olho para o céu, Vendo o sol iluminando-o por completo Refletindo a sua luz nas cordas da minha velha guitarra   E eu canto, novas músicas que fiz A partir das letras anciãs do amor   Se passares por mim, um dia, irás reconhecer, estas palavras que digo, Porque tudo o que faço é cantar velhas letras Para um novo amor.   E aqui estou, sentado com os pássaros, Ouvindo-me eles tocar melódicos acordes, Cantando velhos sentimentos:   Pois nem mesmo as suas asas Dão-lhes liberdade (...)
05.Ago.18

Virado para o mar

Francisco
Tenho tentado te alcançar, De braços estendidos Virado para o mar.   Por vezes sinto-te, Entrelaçando os teus dedos nos meus, Oferecendo-me um aconchego celeste.   Outras, vejo-te, Correndo nas areias do tempo, Sobre algas e conchas perdidas do mar.   Nalgumas oiço-te, Cantando como recitando poesia, Encantando peixes e toda a vida!   Mas aqui ainda me encontro, Quedado, mirando o mar Sentindo-o em mim tocar, Vendo-o por mim passar.   Porque não ficas, ó gloriosa fúria de vida? Eleva- (...)
02.Ago.18

Lost in a good place

Francisco
Hear the water flowing, The river is just ahead. The bees and birds fly over, On flowers that once were grass.   Here i lay my body, In a soft land of no one. My mind is right ahead, Swiming in a pool, she just made.   I see deers running in the woods, Squirrels climbing on the trees, The sun shining in the sky, The clouds covering me.   I feel the wind passing by, I feel it touching my skin, I feel it in my face, I feel it in my beard.   What to think i dont know, I still cant believe.
29.Jul.18

Layers

Francisco
Sentando num banco, próximo do único local que reconhecia luz naquele compartimento, um homem dormitava em seus pensamentos. A única luz que atravessava a pequena janela incidia numa tela, destacando-a de toda a negritude que ao seu redor abundava.  A tela estava erguida por um velho tripé de madeira, com sinais de muito (ab)uso. A tela, no entanto, não apresentava sinal de ter sido utilizada. Um branco tosco que lhe dava ares amarelados era a única imagem representada. Um vazio (...)