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Fui. Sou. Serei...

Pensamentos do (meu) mundo.

Fui. Sou. Serei...

Pensamentos do (meu) mundo.

11.Mai.18

What is life?

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Oh life, life; what are you?

More than a giver,

You take it too

 

Oh life, life; what do you do?

Everyone has dreams,

That will never come true

 

Oh life, dear life; i still love you!

Take off the bad things,

Give us the good ones

 

Im no prayer, but im no saint,

Im like all the people; 

Misunderstood

 

Why does it end?

Why has it start?

Who am i?

What is life?

 

 

Pequena composição (poema) que escrevi com um ritmo músical. Como não tem audio (ou está propriamente a ser cantado) pode não ser tão apelativo, nonetheless, gosto de deixar aqui o que me passa pela mente :)

07.Mai.18

A vida corre mal

Sobre a vida sabemos muito pouco. E do reduzido conhecimento, a única certeza é que esta tem o seu fim. 

Quando se nasce encaramos o nosso percurso pela primeira vez. Mal ainda abrimos os olhos e o primeiro ato da nossa vitalidade é calçar já as suas sapatilhas e lançar-se por esse trilho desconhecido. É a força jovem de viver, de se manter vivo e não perder nem um segundo da sua caminhada.

O recém nascido é que não acompanha a fugacidade do movimento da vida. É lhe apresentado logo muitas escolhas no seu caminho e a inocência ou o poder de escolha não lhe permite alcançar nenhuma. Mal se sabe gatinhar e já a vida corre, perdida entre tanta beleza e escolhas, cheia de sentidos não podendo nós ainda escolher nenhum.

É então que o nosso passo se torna lento, a vida corre, o tempo passa, mas não se acompanha a vida. Esta começa também por desacelerar, ficando mais cómoda, sonhando a baixo das nuvens e não depois delas. E a vida começa, devagar e estável. Com poucos propósitos, com pequenas ambições. Gatinha ainda pelo seu percurso assim como a quem esta lhe oferece vitalidade.

Com o crescimento erguemo-nos agora perante toda a correria que foi anteriormente. Toda a vontade de experimentar, toda a vontade de sentir, essas tanto da vida como da nossa pessoa fazem agora parte do caminho que se percorre. Ainda não corremos, mas a vida neste ponto empurra-nos tanto que por vezes nem o que queríamos fazer acaba por acontecer. Sentimos uma pressão para não perder nada, para manter o trilho sempre atrativo e a cada passo dado algo novo nos ser revelado. É a ansiedade da vida que tanto esperou pelo momento de se conseguir erguer, que agora em pé não foge de nós, mas influencia-nos para todos os lugares a que esta quer alcançar.

Outras pessoas irão fazer parte do nosso rumo. Umas nos acompanharão durante mais tempo, outras fazem os seus devidos desvios. E a vida abraça todos os que a ajudam a chegar mais longe, a alcançar mais experiências.

Não há realmente um propósito fixo nesta etapa da vida. Quer ela ser muito grande, queremos nós a acompanhar. Vivemos rodeados das escolhas que outrora eram tão distantes, agora estão a um passo de distância. Basta rumar para o sentido desejado. 

É nesta altura que nos tornamos a vida jovem, a vida ambiciosa, a vida curiosa que ronda tudo ao seu redor querendo ser ou fazer todas as sensações e visões que esta abrange. A vida, ela mesmo, começa agora a recear toda a juventude que outrora ela mesmo sentia. Oferece responsabilidades, impõe impossibilidades, tudo faz para não sermos um espírito vagante mas sim um ser físico errante. Ela mesmo sabe a limitação a que está imposta estando no nosso corpo, então serão apenas em sonhos que a vida se desenrola, assim para nós não sentirmos a pressão ou a necessidade de ser algo mais que o que conseguimos realmente alcançar.

Crescendo, adultos agora, as limitações estão bem vinculadas no nosso cérebro. Toda a juventude da vida nos abandonou, mas não todas as escolhas que provieram dela. É assim que se começa a viver o famoso «um dia de cada vez». A vida agora, ciente da responsabilidade a quem a ela mesmo se oferece, procura escolhas que não tornam o trilho atrativo a cada passo, mas a cada conquista. Torna-se ela mesmo responsável, agradece a nossa preocupação de não a submeter a limites que só a vontade de viver consegue; assim como era em jovem. Trata-nos razoavelmente. O prazer de a possuirmos começa a desvanecer-se. Tornamo-nos impacientes para tais metas se revelarem e tornamos o nosso trilho atrativo uma vez mais, para assim ter um sentido de continuar a procurar o seu fim.

A vida agora ocupa-se em nos fazer cumprir os processos para tais conquistas se revelarem. O tempo existe ele todo, mas nenhum é realmente nosso. A própria idade retrai-se das aventuras a que ainda nos debatemos em fazer quando mais jovens, e já se torna apenas um sorriso forçado toda essa lembrança, aquando os nossos olhos lacrimejam esperando pela nova atração da vida.

Agora idosos, e a vida se sente em perfeita sintonia, todas as responsabilidades, todas as aventuras, tudo fez parte dela e de nós. É aqui que ela se expande e tenta ser tudo novamente. Sabe que consegue, chegou tão longe e fez tantas coisas que agora todas as visões são a realidade. Atira-se ela para todas as escolhas já sem questionar pois todas são viáveis para o trilho se tornar novamente apelativo. Quer ela agora nos recompensar com todas as promessas que a vida fez em jovem. Quer ela nos oferecer toda a juventude que tanto nos omitiu com receio de não nos tornamo-nos infelizes por não a conseguir acompanhar. Agora ela confia em nós, agora ela nos oferece tudo...

Agora não conseguimos nos mexer. O tempo é nenhum e todo ele é nosso. 

 

 

Quando jovem tropeça em todos os obstáculos. Em adulta escolhe os caminhos que percorre não caindo tanta vez. Idosa conhece o caminho a percorrer, mas já a correr não consegue ir, e devagar vai, encontrando-se com o seu fim.

01.Mai.18

Sunshine Blogger Award, e tal :)

Para quem me conhece pode estar muito admirado por me ver participar num ''movimento''/''desafio'' proposto por outros. Para quem não me conhece (que acredito todos), pode tirar já a conclusão que não sou uma pessoa de me envolver muito «com estas coisas». A sério, podem pensar isso à vontade, acabei de o dizer.

Agora mais sério ainda; é a primeira vez que sou abordado (de surpresa mas mesmo se não fosse o era) para fazer parte de algum projeto existente aqui no Sapo Blogs.

Hoje como se está a revelar um dia daqueles que nos faz questionar coisas, decidi não pensar neste caso e simplesmente me abrir um pouco para variar.

Agradeço à ipgines por me lançar as onze (sim, fui neste instante ver no outro separador se eram mesmo onze), perguntas que farei o melhor para me conseguir expor nelas.

 

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(imagem da coisa porque não sei se tem que se usar ou não, amador)

 

1 Qual a origem da criação do teu blog? O meu blogue digamos que só não tinha pouso até o ter criado. Tudo do que escrevo são coisas que penso e era mesmo na minha cabeça onde tinha tudo guardado. Tenho explicado em muitos textos a razão de eu escrever; nada mais é que aprisionar um só pensamento e trabalhar em cima dele. Conseguir compreender os seus significados, filosofando até com alguns. Escrever aliviou um pouco o peso que era carrega-los sempre, e isso me fez pensar com mais clareza acerca dos mesmos. Mais confuso se tornou e começaram as minhas palavras a mentir-me sempre que as revia, pois nada daquilo era o que sentia na altura que as estava a ler, mas sim quando as tinha escrito. Então é neste dilema de descoberta interior, que nunca revela realmente um significado puro para assim o possuirmos, que lido nos meus textos. Porquê então partilha-los publicamente? Bem, digamos que precisava de ajuda para decifrar o que me era apresentado.

 

2 ' Conta-nos algo que queres fazer antes de morrer. É sempre difícil responder a perguntas simples porque não queremos apresentar sempre as mesmas respostas... Viajar? Claro. Mas mesmo muito. Mais que conhecer-me o que gostava muito era conhecer! Não interessa bem o quê nem o porquê. Se pudesse viajar em busca de conhecimento, na procura da história e das razões para a serem, seria muito prazeroso. Mas algo mais pessoal seria escrever um livro. Mais que um se a ambição pode ser incluída na pergunta. Sobre o quê? Bem, digamos que seria um género ''História sobre um livro'' de tema. Gostava nele de abordar sobre a criação das coisas, do desenvolvimento delas e do nosso papel neste planeta. (Algo que neste momento é me impossível sequer de lhe atribuir um título).

 

3 ' Se pudesses trocar de vida com alguém, quem escolherias? Seria simples assim? Mudávamos de vida com outro e essa vida não se tornaria rapidamente na nossa novamente? Eu acho que não quero ser ninguém. Nem eu mesmo, mas isso é outra história. Se esta é a que eu tenho, o desejo de ter outra nunca seria a de outra pessoa, mas sim outra alternativa para a minha. Eu sei, é uma resposta cliché, mas acho que não teria muito sentido estalar os dedos e as conquistas de outra pessoa serem as ''nossas''.

 

4 ' Qual o teu maior medo? Olha... De morrer vem sempre à cabeça, mas depois a curiosidade é tanta que nunca digo que tenho medo de o fazer, (há-de chegar o dia de a recear, eu sei). Mas assim de outra coisa menos banal seria de alturas. Se bem que não é bem um medo, sinto vertigens e a altura faz-me confusão à cabeça é só isso. Não medo que ela me vá saltar para cima (ou eu para baixo, talvez um bocadinho esta) ou assim.

 

5 ' O defeito que mais abominas nos outros. Como não me vou excluir nesta pergunta, até porque não sou diferente dos ''outros'', é então a falta de consciência para certos atos que muitas vezes fazemos. É fácil julgar os mais carentes dessa qualificação , os então ignorantes. Mas ninguém é nenhum anjo, e se o pensa que é, então, as drogas são ilegais em muitos países, para além de não serem boas substâncias para o corpo (e para a cabecinha). Vindo logo outro defeito aqui que é o de julgar as pessoas. 

 

6 ' Se pudesses mudar o mundo, que medida tomavas? Medidas para o salvar? Essas estão aí estampadas na cara de toda a gente. As vozes não fazem é tanto barulho quanto o dinheiro quando protestam a favor dos seus ideais. Acho que uma medida para salvar/mudar o mundo seria as pessoas não possuírem tanto o defeito lá apresentado na resposta à pergunta anterior.

 

7 ' Qual foi a tua maior extravagância até hoje? Não penso que tenha feito alguma. Ou então a tenho feito desde que nasci. Acho que a minha maior extravagância é não ter arriscado mais na vida que levei até agora... Foi total desperdício e burrice minha.

 

8 ' Destino de férias perfeito? Sempre tive um carinho pela Nova Zelândia, todas as paisagens, todo o clima calmo que apresenta. Isso e que possui vários museus e um grande parque relacionado a um dos meus filmes favoritos. (Vão pesquisar, não vos vou dizer qual é )

 

9 ' Que imagem tens no teu ambiente de trabalho? Não é algo permanente, (como acredito que ninguém use um de tal forma), mas como uma imagem vale mais que mil palavras: 

Hugin - Munin.jpg

Para eu que gosto de mitologia nórdica vejo-os como os dois corvos de Odin; Hugin e Munin. Tendo o primeiro como significado «pensamento» (Hugin) e o segundo como a «memória» (Munin).

 

10 ' Preferes perguntar ou responder? Perguntar. Isto porque sempre quis saber coisas, claro que se tais se mostrarem interessantes (prefiro ignorar muita coisa caso contrário), mas algo que gosto de fazer é perguntar e receber o ''algo'' em troca. Como sempre me questionei muito e poucas repostas tive, este meu ''à vontade'' em fazer perguntas tranquila-me a ansiedade de ser eu a ter que responder, pois nunca fui pessoa de declarar certeza nas minhas respostas.

 

11 ' Onde te encontras neste momento e o que tens vestido? Tinham que ser onze perguntas para esta ser feita não era? Hehe. Bem, estou no meu quarto e ainda vestido ( pelas 23:40), portanto se me dão licença são horas de me ir despir e descansar.

 

Regras do Sunshine Blogger Award:

* Agradecer à Blogger que te nomeou; 

* Responder às 11 perguntas que te foram dadas;

* Nomear 11 bloggers e fazer-lhes 11 perguntas;

* Colocar as regras e incluir o logótipo do prémio no post. 

 

(Sim, sou muito bonzinho e não desafio ninguém, agradeçam depois).