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Fui. Sou. Serei...

Pensamentos do (meu) mundo.

Fui. Sou. Serei...

Pensamentos do (meu) mundo.

23.Dez.17

A pensar... Penso ainda mais

Poderia escrever muito, poderia escrever pouco, poderia até nem escrever nada que palavras teria eu muitas que me entreter fornecidas por nem nada menos que a minha mente.

Questões faz ela, não sei se para mim que não tenho as respostas, não sei se para o mundo que não as consegue ouvir. Se para mim são, porque mais questões me faz ela se nem para as que tenho lhes consigo ver as respostas? Quererá ela que eu esqueça as já lembradas e me fornecer novas?

Não sou velho para ter novas ideias, estou é cansado como um para ver tanta mudança acontecer sem um propósito de acabar um dia. Que um dia acabará disso tenho eu a certeza, não que seja bom ou mau mas que será mais um dia se assim o for.

Penso eu muito nem sei em quê, quero respostas nem sei a quê, deixa-me a mente mais confuso por tê-la do que se não a tivesse para saber. Saber, quero fazê-lo, faço-o nas pequenas coisas que pouco me mostram, procuro as grandes como se tivesse o direito de as conhecer agora. Sou novo, e com isso pouco experiente na vida para saber já tamanhas questões que me afetam, poucas são, mas as suas dimensões trazem sempre mais na mistura até que só me venha confusão e solução nem uma.

Viver por viver não o posso fazer se vida chamamos ao que fazemos hoje. No meu mundo não habito e com isso não sou eu que faço as leis para o mesmo. Vivo a partir de uma liberdade que nunca me foi dada, de um destino que nunca o queria, numa vida que não vivo por não ser vida nem ser minha.

Uma angústia percorre-me o corpo (se não só na mente que o faz sentir). Porquê termos tão grandiosa virtude, (vinda de alguém que muitos chamam de muitos nomes), num mundo em que não podemos fazer disso nosso, vivemos? Pensamos tanto para sofrer ou para nos desgostarmos ao invés de o abraçar e dar tanto valor ao conhecimento quanto à vida...

Pode ser por isso que pensamos, para sofrer com isso e desejarmo-lo não o fazer. Com tanto sofrimento que este trás porque queria um ser tão frágil o fazer? Porque não viver uma vida que não traga desgostos, dor, emoções? Mas a que chamaríamos a isso? Viver? Pouco o é, menos ainda ao que fazemos agora. Viver não é limitar, é usar tudo. Viver é ser tudo.

Que conhecimento procuro eu se nem sei o que conhecer?