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Fui. Sou. Serei...

Pensamentos do (meu) mundo.

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24.Nov.18

Pulsar

Intriga-me a vida, do quão simplista se revela.

 

No colosso oceano, a vida que nele não habita?

São os cardumes, voando num céu só deles,

Os corais oferecendo cor aos seus habitantes, quais flores num jardim encantado

E as estrelas, qual mundo invertido, brilhando de baixo para cima!

 

Na superfície terrena os bosques, que pintados de verde foram pela vida

E preenchidos foram com ela!

São os esquilos criando abrigos,

Os veados elegantemente caminhando, erguendo os machos as suas hastes!

Os javalis chafurdando, quais crianças brincando.

Os pássaros orquestrando o hino da madrugada, dos seus ninhos,

Despertam os restantes.

 

As árvores pulsam dentro de si,

As suas raízes penetram-se no solo,

A sua seiva desperta-lhe e fornece-lhe a vida

Como sangue que lhe corre nas veias!

 

Nos céus pairam as aves de rapina,

Com os seus olhos aguçados mirando a terra.

Manobrando-se artisticamente entre as nuvens

Qual avioneta de provas.

 

No espaço, as estrelas flamejantes iluminando o céu!

O sol no seu tempo brilha, depois dele a lua.

Reflete-se a vida do infinito até ao mais profundo ser que na terra habita,

Das estrelas do céu às estrelas do mar,

Do espaço do universo ao céu marítimo,

Das nuvens condensadas ao nevoeiro denso entre as árvores,

Do pássaro que no seu voo se encontra, e naquele que aprende a utilizar as asas.

 

A vida pulsa! Desde o infinito ao desconhecido...

E no ciclo de pulsar, entre um e outro batimento,

Ambiciona o ser por mais um momento

Para poder ver o sol nascer!

 

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