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Fui. Sou. Serei...

Pensamentos do (meu) mundo.

Fui. Sou. Serei...

Pensamentos do (meu) mundo.

23.Dez.17

Sou um homem (como todos os outros se homem sou).

Sou um homem (como todos os outros se homem sou) pouco diferente da sua igualdade, da sua natureza e da sua ambição.

Como todos os homens penso, talvez não da melhor forma que deveria pensar, mas da minha. É isso que me faz ser homem, errar e aprender. Se não se aprende erra-se novamente e o que se retém é a derrota.

Do que perdi é o que hoje não tenho. Se faz falta não sei, se o queria talvez. Quem mais que um homem para querer?

Somos movidos por isso, vivemos para isso e morremos disso. Morremos querendo porque o que temos nunca chega. Porque queremos nós mais se nem o que temos damos valor? Do que nos vale ter mais se nem uso ou utilidade se consegue aplicar depois? Do que nos vale ser homens se nem homens sabemos ser... Porque não querer ser homem?

Perguntas e respostas nem da minha parte. Não consigo responder. Que resposta seria, que afirmação faria sentido? Só quem o é e não quem o afirma ser saberia. Então talvez… não sou homem.

Aprendiz neste mundo tornamo-nos assim que nascemos, questionando o que temos nós que aprender e porquê. Não se questiona, ou não se deveria pelo menos. O que existe é o que se vê como ultrapassado e o que se questiona é como seria o sofisticado. Porque procuramos nós o sofisticado se nem o simples compreendemos? Que raio de querer é o nosso se nem sabemos em concreto o que é? Queremos querer e queremos ter e vivemos tendo e querendo e a lengalenga prolonga-se por onde mais se possa imaginar.

O que temos hoje pode nem ser o que queríamos mas porque não usar o que se tem e poder-se assim dizer que vivemos a vida e não a procuramos?