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Fui. Sou. Serei...

Pensamentos do (meu) mundo.

Fui. Sou. Serei...

Pensamentos do (meu) mundo.

23.Nov.18

Novo projeto

Francisco
Tenho ultimamente me apercebido que as (minhas) palavras carecem de sentindo estando sempre eu fugido. Tudo o que apresento são inícios, por vezes apenas teorias, e vejo-me dizer tanto, sem terminar nada... Em mim habita o medo do fim, do inútil... O receio de que se terminar nada igual irá começar, e emaranho-me em inícios qual arame farpado cortando-me a pele, aos poucos. Um novo inicio origina um novo golpe, mais uma ferida, mais um limbo que fiz existir ao não pertencer à (...)
08.Set.18

Saudade

Francisco
Percorro caminhos que outrora conheci. Não são eles ilusões, mas lembranças, Recordações que tive por ti.   Da minha estante parto sempre do inicio, Revivendo a história no seu princípio. São os livros antigos os mais lidos, E o pó que surge nos novos, fica e perdura...   Não há tempo num dia para ler uma vida...   Já páginas gastas leio, A tinta, outrora límpida, borrada se apresenta, O perfume das páginas se dissipa E eu, escrevo no passado o que queria (...)
26.Ago.18

A vida não é uma linha...

Francisco
Como é complexa a vida, e como é estranho aquilo que pensámos que estava atrás de nós de súbito surge à nossa frente com uma nova aparência. A vida não é uma linha, mas uma espiral apertada pela qual subimos, espira após espira, revisitando de um ângulo ligeiramente diferente tudo aquilo que fomos e fizemos. Avançamos, é certo, mas o progresso é lento e nostálgico. E para que fim? E como nos podemos libertar?     O livro dos Dias - Um diário das cruzadas por Roger, (...)
06.Fev.18

Livros - Uma nova história, uma nova vida

Francisco
Tenho um desejo pela escrita. Sinto esta grande necessidade de juntar palavras, de organizar pensamentos, de cria-los até, quando nos meus não lhes vejo conteúdo. Não gosto de ficar sem fazê-lo. Nem muito menos consigo quando esta vontade corre-me nas veias. Se é bom? Eu penso que sim. O erro, ou antes, onde poderei pecar com esta minha ânsia é no facto de (poder) ficar sem o que dizer. Já me imaginei criando histórias. Sim, mesmo daquelas de «Era uma vez». Também já me (...)