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Fui. Sou. Serei...

Pensamentos do (meu) mundo.

Fui. Sou. Serei...

Pensamentos do (meu) mundo.

26.Jan.19

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Francisco
(Só existe um silêncio capaz de perturbar a continuidade de uma onda de som...)   Calem-se os barulhentos, Cessem os circos, os palcos e os espetáculos, Acabem com a raça daqueles que se dizem nascer iluminados Pois esses de nada sabem! E escutem... Oiçam... Mas não a mim; isso! Esse mesmo... Esse silêncio que a leitura provoca, pois a voz que se ouve ao ler é a nossa!   Não há andorinhas no mar Assim como não há peixes nos beirais dos telhados. A Natureza dentro (...)
24.Nov.18

Sangue

Francisco
Encontro-me em jardins esquecidos, Emaranhando-me entre ervas e espinhos Sujando as botas de lama e salpicando a rosa que levo branca Encostada ao peito, Ouvindo-me pulsar ao abraçar-me o coração.   Os trilhos por onde caminho apresentam-se abandonados, Os canteiros circundantes tombados, as flores transparentes, sem cores... Prevaleceu o selvagem, onde habitara outrora alguém muito próximo A quem hoje me escuta.  - Irei levar-te a casa!   Não te conheceria, flor (...)
17.Out.18

Odi et amo, excrucior

Francisco
Não sou pleno. Sou, dividido em pensamentos, Hoje algo, amanhã o oposto. Não me compreendo...   Um ser tanto ama, como odeia. Tanto constrói, como destrói. Tanto escreve e tanto apaga E a nada realmente se apega como larga.   Somos vazios, procurando sentidos. Somos sedentos, procurando a saciação. Somos incompletos, dizendo-nos plenos Pois tudo disjunte somos nós inteiros.   Assim dizem, os embriagados da vida. Os sóbrios observam, nos seus (...)
07.Set.18

Perdido no silêncio...

Francisco
Oiço as gotículas caindo na minha janela, Choradas por um céu melancólico Que se tornou o meu dia.   Sentado à minha secretária escuto os rabiscos, O amachucar de pensamentos perdidos Que vieram ao mundo apenas para serem destruídos...   Passo a vista nestas minhas páginas da vida, Apresentando-se mais pesadas a cada viragem Pois já no papel estão com tanta tinta; E eu, que ainda agora comecei esta viajem...   Ainda assim não vejo um volume II Para esta minha (...)
04.Set.18

A verdade num olhar

Francisco
Observo-te a dançar, O teu vestido esvoaçando, O vento como teu par.   Deste lado estou eu, Escondido, para não te assustar. Pois a mais bela dança Não quero eu te negar.   Como consegues, O meu canto assim iluminar? De tão grande que é o mundo Como foi uma flor aqui parar?   Rodas as pétalas como tecido, Abraças o vento consentido, Danças em ti e sobre ti E beleza nenhuma existe assim!   Mas tu estás aqui...   Só tu, minha flor, Te apresentas assim. Na (...)
25.Ago.18

A thought about identity

Francisco
I've been thinking about identity, a little more, that is. Kinda fascinating, isn't it? All live things have some sort of personality, that is, being more or less aggressive to the environment. But we, humans, go far more than that simple ''natural'' thinking. We are self conscious, on our acts and behaviours, alone or in a group (well, sometimes...). I've been also thinking on how one should identify himself. How are we different from the person right next to us? What makes (...)
19.Ago.18

Quero-te!

Francisco
Agitando-se em suores, lutando contra os lençóis e as mantas de sua cama, numa batalha que se apresentava num impasse, um jovem esforçava-se para adormecer. O céu encontrava-se claro, com o luar atravessando a janela impetuosamente, oferecendo sombras a toda a mobília que no quarto se encontrava. Tal feito que mais ainda repugnou o rapaz, que cobria agora a sua cabeça por debaixo da almofada, isolando o pouco que conseguia do silêncio que o perturbava, assim como da luz. Tanto (...)
15.Ago.18

Como lidar com os sentimentos?

Francisco
Não sei se vieram aqui à procura de resposta, ou se já com a intenção de me massacrar pelo título aludir que eu a tenha. De qualquer forma, nunca realmente escrevi a saber seja o que fosse. Se, em algum texto meu em que requeria conhecimento acerca do assunto, esteja lá apresentado entendimento do mesmo, esse não era meu, mas sim de onde o fui buscar. O que sei eu? Realmente meu, que não aprendi nem que me ensinaram. Despindo o conhecimento, que sei eu? Bem... Saber não sei (...)
10.Ago.18

Qual o meu propósito?

Francisco
«In the landscape of spring, There's nothing superior or nothing inferior, The flowering branches grow naturally, Some short, some long»   Dedicando-me um pouco a um tema mais específico do texto anterior, (Parte I), continuo a minha linha de pensamento onde a deixei um pouco vaga. Dirigindo-me à origem, (da hierarquia), existe na natureza também o que existe na organização da nossa sociedade. Aliás, (...)
09.Ago.18

Quem sou?

Francisco
«You cant control your thoughts, and you cant control your feelings, because there isn't one controller; you are your thoughts and your feelings» - Alan Watts   Não é ao acaso o post de hoje. Nunca é realmente ao acaso o tema, a data, ou até mesmo a hora que publico, seja o que for. São quase como diria o Mago Gandalf - A wizard is never late, nor is he early, he arrives precisely when he means to. A frase lá em cima encontrei eu, ouvindo uma palestra (de há muitos anos) de (...)