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Fui. Sou. Serei...

Pensamentos do (meu) mundo.

Fui. Sou. Serei...

Pensamentos do (meu) mundo.

16.Fev.18

Título do post

Sim, não sei sobre o que escrever. Quando começo, a página intervém logo por perguntar como se chama, ou que nome apelidarei à composição. Eu não sei! Muito difícil já se revela quando a tenho realizada quanto mais apresentar essa questão no inicio. É que se eu até soubesse escrever, assim lá abordava algo que tinha em mente para iniciar o texto. Pois, mas não consigo.

Nunca escrevi realmente a pensar, pelo menos muito; é que eu sou burro. Não, é que os burros até são animais inteligentes, ou assim se diz, nunca vi nenhum a realizar equações matemáticas ou a abordar física quântica.

Devo ser algum animal mais exótico, qual preguiça que não esconde o que é pela capa (neste caso nome). Mas também não é bem isso. Gosto da espontaneidade. Apelo à escrita livre e dessa forma fico sempre curioso de que tema começará as palavras por revelarem. A minha influência é muito pouca, cá primo uma tecla ou outra. Raramente o começo em papel, mas a transcrita também tem que ser realizada se o fizer. Também não é por não gostar de escrever numa folha, com a minha grafia e sentindo um peso diferente nas palavras, isso e dores no pulso (poor me). Mas quando o faço, o sentimento é outro. Quando escrevo no papel é me difícil tira-lo de lá. Quando escrevo algo genuíno e que lhe consiga tocar, ganho grande afeto, tão grande que o quero só para mim. Não é por ser egoísta, mas também não seria por mostrar-vos a minha caligrafia que ficaria aborrecido. Talvez vocês, leitores, por não a compreenderem, mas isso é outro assunto.

Quando forço o aparecimento das letras, cá palavras se revelam, lá sinais aparecem, assim textos se formam! Eu sou mero mensageiro dos meus pensamentos, sigo o caminho delimitado no GPS (as modernices a inovar o mundo!) e apenas tento ficar atento àquela voz feminina abrasileirada para ver se não me perco no sentido que quero seguir.

Mas como não sou lá grande adepto de tomar atenção faço grandes viagens, planeadas claro, e acabo por não saber bem onde virar, se na próxima saída da rotunda à direita, se seguir em direção norte!

O que acaba por acontecer é gastar sempre um pouco mais de gasolina, isso e abordar sempre assuntos que decidem aparecer ao acaso. É difícil eu escrever sobre algo quando penso em tudo menos o que quero realmente falar. Por isso é que nestas alturas ofereço descanso à consciência, e cá deixo o inconsciente deambular entre as palavras. 

Também sinto uma grande necessidade de discutir assuntos, mas quando o faço comigo, por mais esforço que faça para observar o tema com diferentes personalidades e ideologias, termina sempre tudo no mesmo... Alguém a chamar-me de maluquinho. Isso não é mais outra «pessoa» da minha mente nem nada! Shhh! 

Acredito que terei que levar mais além esta minha procura. Oferecer um sentido ao título que escrevo, abordar realmente um tópico. 

Também sei como o fazer, mas isso não consigo sozinho. Criei este blog como um espaço de discussão, de reflexão e, para além de tudo, como um dito processo de auto-conhecimento. Aqui em cima (dos comentários) sou eu. Apresento o que aqui vai (seja lá isto hoje o que for) e espero, mesmo muito, conhecer um pouco de aí de baixo (no pun intended). 

Comecei a ser mais ativo neste mundo (Sapo Blog), e, por mais ou menos relevante que a minha opinião se revele, sinto um grande gosto pela troca de discussões que dela provém. Claro que não vos quero obrigar a escrever nada, nem muito menos a ler o que escrevo. E se não o fizeram ainda, é sinal que o meu trabalho ainda está em fase de adaptação para ser destacado e adequado aos perfis dos leitores. Mas isso, isso é só um grande desafio que estou desejoso por encarar!